domingo, 22 de novembro de 2009

Finalização do Curso Contuidade dos Trabalhos

Nesse dia 23 de novembro encerramos nosso Curso Tecnologia na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC's, foram 64h presenciais e 36h à distância onde:
* exploramos ambiente Linux e a importância de softwares livres;
* construímos blogs e refletimos sobre a sua influência como ferramenta educacional, além de utilizarmos essa ferramenta durante o curso;
* estudamos princípios, linguagens e gêneros do áudio, exploramos programa de áudio, realizamos uma campanha e ouvimos rádio escola,...;
* refletimos sobre animação (artesanal e digital), planejamos e construímos uma história, cenário e personagens para uma animação, exploramos programas de animação e executamos a animação;
* tivemos muitas conversas sobre a importância e as influências das tecnologias, informações e comunicação na educação, além de muitas sugestões de projetos e trabalhos a serem desenvolvidos nas unidades escolares.
Existiu muita troca de experiências e conhecimentos, crescimento individual e de grupo. Lamento não ter conseguido realizar com meus alunos meu projeto de pesquisa do curso: Webquest e a Matemática, mas com certeza será um projeto de trabalho para início do próximo ano letivo.
Que nossas reflexões passem a ser ações nas nossas unidades escolares e em nossas vidas!
Agradecimentos:
* ministrantes do curso: Stela, Patrícia e Rosane, pelo conhecimento compartilhado, companheirismo, atenção, paciência e carinho;
* colega Mauri, da Matemática pelo companheirismo;
* colegas do projeto Anime-se pela motivação, empenho e determinação;
* e demais colegas, por todos os momentos vividos.
Deixo meu afetivo abraço e desejo de sucesso profissional e pessoal a cada um, Gica

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ALGUNS MATEMÁTICOS

* Pitágoras de Samos
Nasceu em Samos entre cerca do ano 570 a.C. e 571 a.C. e morreu em Metaponto entre cerca do ano 496 a. C. ou 497 a.C..
Além de grandes místicos, os pitagóricos eram grandes matemáticos. Eles descobriram propriedades interessantes e curiosas sobre os números.
*Números figurados
*Números perfeitos
*Teorema de Pitágoras
Curiosidades
Da vida de Pitágoras quase nada pode ser afirmado com certeza, já que ele foi objeto de uma série de relatos tardios e fantasiosos, como referentes às viagens e aos contatos com as culturas orientais. Parece certo, contudo, que o Filósofo e matemático grego nasceu no ano de 580 a.C. na cidade de Samos, fundou uma escola mística e filosófica em Crotona (colônia grega na península itálica), cujos princípios foram determinantes para evolução geral da matemática e da filosofia ocidental cujo principais enfoques eram: harmonia matemática, doutrina dos números e dualismo cósmico essencial. Aliás, Pitágoras foi o criador da palavra "filósofo". Acredita-se que tenha sido casado com a física e matemática grega Theano, que foi sua aluna. Supõe-se que ela e as duas filhas tenham assumido a escola pitagórica após a morte do marido.

* Bhaskara Akaria
Mais importante matemático do século XII e último matemático medieval importante da Índia.tornou-se conhecido pela complementação da obra do conterrâneo Brahmagupta, por exemplo dando pioneiramente a solução geral da conhecida equação de Pell e a solução de um problema da divisão por zero, ao afirmar também pioneiramente, em sua publicação Vija-Ganita ou Bijaganita, um trabalho em 12 capítulos, que tal quociente seria infinito. Tornou-se chefe do observatório astronômico a Ujjain, cidade onde ficou até morrer e o principal centro matemático da ヘndia na sua época, fama desenvolvida por excelentes matemáticos como Varahamihira e Brahmagupta, que ali tinham trabalhado e construído uma forte escola de astronomia matemática.Sua obra representou a culminação de contribuições hindus anteriores. Seis trabalhos seus são conhecidos e um sétimo trabalho, reivindicado para ele, é considerado por muitos historiadores como uma não falsificação posterior.
No Brasil a fórmula resolutiva de uma equação do 2º grau é conhecida com fórmula de Bhaskara.
Curiosidades
O livro mais famoso de Bhaskara Akaria é o Lilavati, obra elementar dedicada a problemas simples de aritmética, geometria plana (medidas e trigonometria elementar ) e combinatória.
A palavra Lilavati é um nome próprio de mulher (a tradução é "Graciosa"), e a razão de ter dado esse título a seu livro é porque, provavelmente, teria desejado fazer um trocadilho comparando a elegância de uma mulher da nobreza, com a elegância dos métodos da aritmética.Numa tradução turca desse livro, feita 400 anos mais tarde, teria sido inventada a história de que o livro seria uma homenagem à filha que não pode se casar.

*Tales de Mileto

Nasceu em Mileto, antiga colônia grega, na Ásia Menor, atual Turquia, por volta de 624 ou 625 a.C. e faleceu aproximadamente em 556 ou 558 a.C..
Os fatos geométricos cuja descoberta é atribuída a Tales são:
*A demonstração de que os ângulos da base dos triângulos isósceles são iguais;
*A demonstração do seguinte teorema: se dois triângulos tem dois ângulos e um lado respectivamente iguais, então são iguais;
*A demonstração de que todo diâmetro divide um círculo em duas partes iguais;
*A demonstração de que ao unir-se qualquer ponto de uma circunferência aos extremos de um diâmetro AB obtém-se um triângulo retângulo em C. Provavelmente, para demonstrar este teorema, Tales usou também o fato de que a soma dos ângulos de um triângulo é igual a dois ângulos retos;
Tales chamou a atenção de seus conterrâneos para o fato de que se duas retas se cortam, então os ângulos opostos pelo vértice são iguais.
Curiosidades
Tales é apontado como um dos sete sábios da Grécia Antiga.
Considerava a água como sendo a origem de todas as coisas.
Foi o primeiro a explicar o eclipse solar, ao verificar que a Lua é iluminada por esse astro.
A tendência do filósofo em buscar a verdade da vida na natureza o levou também a algumas experiências com magnetismo que naquele tempo só existiam como curiosa atração por objetos de ferro por um tipo de rocha meteórica achado na cidade de Magnésia, de onde o nome deriva.

*Ubiratan D'Ambrosio

Ubiratan D'Ambrosio(São Paulo, 8 de dezembro de 1932) é um matemático e professor universitário brasileiro. Conhecido também pelo pai da Etnomatemática.
Etnomatemática é a matemática ligada ao meio social que as pessoas vivem.
Curiosidades
Prêmios:
2006-Diploma de reconhecimento pela contribuição p/ desenvolvimento institucional científico acadêmico da Inicamp.
2005- Prêmio internacional de educação matemática.
Diversos artigos e livro publicados.

Livros recentes:
*Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001; 112 pp.
*Educação para uma Sociedade em Transição. Campinas: Papirus Editorial, 1999; 167 pp.
*Temas Transversais e educação em valores humanos (co-autoras Ana Amélia Inoue e Regina de Fátima Migliori). São Paulo: Editora Fundação Peirópolis, 1999; 115 pp.
 

FONTE:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bhaskara
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tales_de_Mileto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras
http://vello.sites.uol.com.br/ubi.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ubiratan_D%27Ambr%C3%B3sio

Webquest

DEFINIÇÃO

Uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:
"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."

TIPOS DE WEBQUEST

Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos.
Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.

COMO CONSTRUIR UMA WEBQUEST

Uma webquest é constituída de sete seções:
1) Introdução é um texto curto, que apresenta o tema e antecipa para os alunos que atividades eles terão de realizar.
2) Tarefa descreve que “produto” se espera dos alunos ao final da webquest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo
3) Processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a Tarefa. Quanto mais detalhado for o processo, melhor. Também cabe sugerir de que forma os alunos deverão organizar as informações que serão reunidas: usando fluxogramas, mapas mentais, checklists etc.
4) Fontes de informação também são chamados de recursos: são os sites e páginas Web que o professor escolhe e que devem ser consultados pelos alunos para realizar a Tarefa.
5) Avaliação o aluno deve ser informado sobre como o seu desempenho será avaliado e em que casos a verificação será individual ou coletiva.
6) Conclusão deve resumir, em poucas frases, os assuntos explorados na webquest e os objetivos supostamente atingidos.A conclusão é também o espaço para incentivar o aluno a continuar refletindo sobre oo, através de questões retóricas e links adicionais.
7) Créditos deve apresentar as fontes de todos os materiais utilizados na webquest: imagens, músicas, textos, livros, sites, páginas Web.

OBJETIVOS EDUCACIONAIS

* Modernizar modos de fazer educação
* Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas
* Promover aprendizagem cooperativa
* Desenvolver habilidades cognitivas
* Transformar informações ativamente (em vez de apenas reproduzi-las)
* Incentivar a criatividade
* Favorecer o trabalho de autoria dos professores
* Favorecer o compartilhar de saberes pedagógicos
FONTE: http://webquest.sp.senac.br/textos/oque
http://webquest.sp.senac.br/textos/quem

Blogs e fotoblogs que ensinam

A leitura do texto: "Blogs e Fotoblogs que ensinam - Registros de aulas no mundo virtual" de João Luís de Almeida Machado, foi bem interessante pois trata da escrita e da tecnologia.
Destaca-se que hoje, tanto alunos quanto professores escrevem pouco, que a escrita qualificada está associada à leitura, sabemos disso e, o que estamos fazendo para modificar essa dura realidade?
Devemos refletir sobre a importância dos registros para a humanidade e para que cada indivíduo aprenda, cresça, progrida,...
Ao usarmos os computadores e internet - ferramentas da tecnologia - nas escolas, devemos zelar pela qualidade da escrita, garantir os interesses da educação, ciência e do conhecimento, ultilizar a tecnologia de forma adequada, ou seja, sem as escritas e registros de messengers ou afins. Salientamos que ao uso das tecnologias não está vinculado o abandono do uso de cadernos e lápis. Blogs/fotoblogs servem como registros das aulas, onde os alunos (em duplas) trocam ideias e procuram estruturar textos com "uso de uma linguagem em que o vocabulário, a concordância, a lógica, a acentuação e a pontuação sejam usados devidamente", a coerência entre textos e imagens. A participação dos alunos em blogs e fotoblogs de outros grupos possibilita a interação, troca de ideias, revisão das aulas e estudos para provas.
O professor a partir dos blogs/fotoblogs, observa os conceitos que foram melhor compreendidos, obtém informaçãoes sobre o que precisa ser trabalhado novamente, percebe as estratégias que deram certo ou errado,...Esses registros servem como avaliação dos alunos e auto-avaliação do professor.
Ouvimos relatos positivos de colegas que já usam essas ferramentas, agora é só sermos criativos e criar o nosso!!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Avalição do dia 06 de outubro

Nesse dia 06 de outubro realmente suamos a camisa, pois o trabalho foi "pesado" e cansativo, hehehehe. Na verdade, trabalhamos com a animação, um trabalho minucioso, rico em detalhes e que deve ser feito com muita paciência...concluímos personagens, cenários e mais detalhes, editamos o áudio, vários sons (musicais, pessoa correndo, explosão, risada, avião,...). O que foi mais trabalhoso foram as fotos, o cuidado com a sombra, pequenos movimentos dos personagens e cenário, um verdadeiro exercício para desenvolver paciência. Foi uma oficina realizada em grupo e percebemos que seria difícil executar o trabalho individualmente, valew pessoal pelo apoio e empenho de todos!!!! Destacamos ainda, que nas escolas, seria difícil desenvolvermos esse projeto de animação nas séries finais do ensino fundamental, devido a fragmentação do tempo em sala de aula, a sugestão para que fosse realizado seria através de projeto inter ou transdisciplinar. Fica aqui o registro da alegria e do orgulho de termos produzido uma animação. Obrigada para as professsoras Rosane e Stela, pela força e atenção! Abraços

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pesquisa sobre Webquest

Nossa problemática de pesquisa neste curso é: "Como o uso da Webquest pode auxiliar na Matemática?". Para isso destacamos que sabemos: que Webquest é uma página interativa que possibilita direcionar o aluno ao tema pesquisado e os matemáticos a serem pesquisados( Ubiratam D'ambros, Bháskara, Pitágoras e Tales). Porém temos que fazer muitas leituras e pesquisas para: conhecermos webquest; quais recursos podem ser utilizados;como construir uma Webquest; em quais outros temas na Matemática pode ser utilizada; qual ligação poderia fazer com outros recursos do Linux (planilha eletrônica, editor de texto, apresentação eletrônica,…; sabermos se a webquest desenvolve a autonomia dos alunos.
Esperamos que, antes da conclusão do curso, possamos desenvolver uma webquest com nossos alunos em nossas escolas.

O mundo livre e a liberdade da escola

Comentários sobre o texto “O mundo livre e a liberdade da escola”, escrito em 2004 por Alberto Tornaghi,, professor do Colégio Santo Inácio-RJ e consultor na área de formação docente para o Ensino Superior.


Software livres é uma grande ideia de pessoas que pensam que podem fazer diferente. Porque temos que ficar vinculados e presos a alguns grupos que mantem determinadas informações? Mas este programa livre é um trabalho de cooperação pois tem alguem por trás que o faz funcionar de maneira melhor possível. Esta equipe precisa analisar e perceber da necessidade ou não de modificar o sistema. E a comunidade de programadores que executam as mudanças no Linux, com certeza precisam ter um grande conhecimento .

O mundo livre e a liberdade da escola

Comentários sobre o texto: “ O mundo livre e a liberdade da escola” Texto adaptado pela equipe do NTE, com base no original “O mundo livre e a liberdade da escola ”, escrito em 2004 por Alberto Tornaghi,, professor do Colégio Santo Inácio-RJ e consultor na área de formação docente para o Ensino Superior.

De acordo com o texto, percebe-se a importância do uso de softwares livres nas escolas, uma vez que procuramos educar pessoas de bem, com princípios e dentre eles, principalmente, a ética. Os sofwares livres permitem que não sejamos seres “presos” a uma determinada marca, ou de certa forma “presas” de uma determinada marca. Essa mudança no mercado da tecnologia e informação tem que ganhar mais espaço e confiança dos usuários e, principalmente, profissionais da educação, que trabalham diretamente na construção da autonimia do ser humano. Cursos de aperfeiçoamento e apresentação dessas novidades são fundamentais para que os profissionais de educação tenham a segurança necessária para desenvolver trabalhos e projetos com alunos. É importante lembrar que o “novo” sempre gera conflitos e temos certa resistência a “ele”, porém quando estamos dispostos a conhecer, a explorar esse “novo”, os caminhos ficam mais fáceis. Devemos possibilitar que os alunos conheçam vários softwares, seus históricos na tecnologia e mercado nacional e mundial, e façam suas próprias escolhas.

Nova cultura de aprendizagem

O texto de Juan Ignacio Pozo nos faz refletir sobre o crescente fracasso escolar e a aumento do tempo dedicado a aprender e que, na sociedade atual existe um paradoxo: cada vez se aprende mais e cada vez se erra mais na tentativa de aprender. A sociedade passa ser a sociedade do conhecimento, que exige uma nova cultura da aprendizagem, de conceber e gerir o conhecimento, pois as tecnologias da informação estão criando novas formas de distribuir socialmente o conhecimento. Porém para desvendar esse conhecimento são exigidas maiores capacidades, competências dos leitores, é necessário que saibam construir seu próprio olhar, fazer uma leitura crítica da informação desorganizada e difusa. Essa é a era das incertezas intelectuais e pessoais, onde aprendemos a conviver com a diversidade de perspectivas, com a relatividade das teorias, com a existência de múltiplas interpretações de toda informação, para construir a partir delas, o próprio juízo ou o ponto de vista. Com ritmo da mudança tecnológica e científica ninguém consegue prever os conhecimentos específicos que precisaremos daqui a 10 ou 15 anos, portanto existe uma necessidade de se formar alunos, cidadãos, que sejam aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos, que usem estratégias de aprendizagem adequadas e capazes de enfrentar novas e imprevisíveis demandas de aprendizagem. A escola deverá formar cidadãos para uma sociedade aberta e democrática, que terão acesso e darão sentindo à informação, que converterão essa informação em conhecimento verdadeiro, em saber ordenado. A meta da educação é a gestão do conhecimento e para isso, além de competências interpessoais, afetivas e sociais, serão necessárias competências para aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação. É uma mudança de mentalidade, que exige um novo perfil de aluno e professor, mudanças na forma de aprender e de ensinar, deixando concepções arraigadas. Vale frisar que, a pessoa que não tem acesso às múltiplas formas culturais de representação simbólica, socialmente construídas (numéricas, artísticas, científicas, gráficas,...) está socialmente, economicamente e culturalmente empobrecido. Nosso desafio: apropriar-se de novas formas de aprender e relacionar-se com o conhecimento.
Destacamos que essa é uma síntese do texto lido.

Avaliação do dia 22 de setembro

Esse dia foi indescritível!!!! Reorganizamos as datas das nossas formações e após iniciamos os trabalhos sobre áudio. Ouvimos a rádio-escola Maria Conceição Nunes e a partir dele alencamos pontos positivos e negativos, que serviram de base para a produção do nosso programa de rádio. Conhecemos o programa para áudio Audacity, porém devido a problemas técnicos (rimos muito, porque passamos por sete computadores até conseguirmos um que funcionasse direito) a nossa gravação ficou prejudicada, mas conseguimos ter as noções básicas para o funcionamento. Escutamos os áudios produzidos pelos colegas e percebemos que é possível trabalhar das mais variadas formas com os alunos (ouvir contação de histórias, produzir campanhas, projeto de rádio e muito mais...)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Avaliação do dia 29 de setembro

Hoje, dia 29 de setembro, iniciamos a oficina de animação. Ao assistirmos as animações já realizadas, em outras formações, por colegas, professores, vimos que para uma apresentação de alguns minutos há muito trabalho...Roteiro, planejamento, construção de cenários, personagens, fotografar cada cena com os mínimos detalhes, preocupação com luz e áudio. Tudo requer muita dedicação, para posterior edição e apresentação final. Percebemos que esse trabalho pode e deve ser realizado com nossos alunos, pois envolve muitos conceitos e envolvimento de forma prazeirosa. Na próxima aula, iniciaremos a montagem do cenário para fotografarmos e fazermos a edição. Ficamos super empolgados, com muitas expectativas e ansiosos para o efeito final...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

DESAFIO DE CONVERTER INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO

Alguns comentários sobre o texto “A sociedade da aprendizagem e o desafio de converter informação em conhecimento” do Autor: Juan Ignacio Pozo

Realmente, vivemos em nossas escolas um período que requer mudanças, não podemos ver nossas escolas como víamos a 10 ou 20 anos atrás. Temos alunos com menos limites, com famílias menos estruturadas e acesso a muito mais informações. Informações essas que são buscadas facilmente e também descartadas facilmente sem boa parte das vezes fazer um bom uso destas informações. E nós professores diante de tantas mudanças também estamos confusos sem saber por onde caminhar e na maior parte das vezes fazendo aquilo que sabemos fazer que é conduzir nossas aulas dentro da sala sem muitos recursos e com isso claro que nossas aulas se tornam chatas como dizem nossos alunos. Concordo com o autor quando diz que temos “Uma nova cultura da aprendizagem: da informação ao conhecimento, pois estou convencido de que conhecer as características que definem essas novas formas de aprender é não apenas um requisito para podermos adaptar-nos a elas, criando novos espaços instrucionais que respondam a essas demandas, como também uma exigência para podermos desenvolvê-las, aprofundá-las e, em última análise, através delas, ajudar a transformar essa sociedade do conhecimento, da qual supostamente fazemos parte. Se realmente acreditamos que é possível um outro mundo – e temos de acreditar nisso para desejá-lo – é preciso investir no conhecimento e, seguramente, na aprendizagem”.
Diante disso temos novos desafios e novas competências que o próprio autor aponta:
· Competências para a aquisição de informação.
· Competências para a interpretação da informação.
· Competências para a análise da informação.
· Competências para a compreensão da informação.
· Competências para a comunicação da informação.

Esse é desafio a ser enfrentado por nós educadores e todos aqueles que acreditam que é possível ter uma sociedade diferente: “transformar essa grande quantidade de informação em conhecimento”