quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Avalição do dia 06 de outubro

Nesse dia 06 de outubro realmente suamos a camisa, pois o trabalho foi "pesado" e cansativo, hehehehe. Na verdade, trabalhamos com a animação, um trabalho minucioso, rico em detalhes e que deve ser feito com muita paciência...concluímos personagens, cenários e mais detalhes, editamos o áudio, vários sons (musicais, pessoa correndo, explosão, risada, avião,...). O que foi mais trabalhoso foram as fotos, o cuidado com a sombra, pequenos movimentos dos personagens e cenário, um verdadeiro exercício para desenvolver paciência. Foi uma oficina realizada em grupo e percebemos que seria difícil executar o trabalho individualmente, valew pessoal pelo apoio e empenho de todos!!!! Destacamos ainda, que nas escolas, seria difícil desenvolvermos esse projeto de animação nas séries finais do ensino fundamental, devido a fragmentação do tempo em sala de aula, a sugestão para que fosse realizado seria através de projeto inter ou transdisciplinar. Fica aqui o registro da alegria e do orgulho de termos produzido uma animação. Obrigada para as professsoras Rosane e Stela, pela força e atenção! Abraços

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pesquisa sobre Webquest

Nossa problemática de pesquisa neste curso é: "Como o uso da Webquest pode auxiliar na Matemática?". Para isso destacamos que sabemos: que Webquest é uma página interativa que possibilita direcionar o aluno ao tema pesquisado e os matemáticos a serem pesquisados( Ubiratam D'ambros, Bháskara, Pitágoras e Tales). Porém temos que fazer muitas leituras e pesquisas para: conhecermos webquest; quais recursos podem ser utilizados;como construir uma Webquest; em quais outros temas na Matemática pode ser utilizada; qual ligação poderia fazer com outros recursos do Linux (planilha eletrônica, editor de texto, apresentação eletrônica,…; sabermos se a webquest desenvolve a autonomia dos alunos.
Esperamos que, antes da conclusão do curso, possamos desenvolver uma webquest com nossos alunos em nossas escolas.

O mundo livre e a liberdade da escola

Comentários sobre o texto “O mundo livre e a liberdade da escola”, escrito em 2004 por Alberto Tornaghi,, professor do Colégio Santo Inácio-RJ e consultor na área de formação docente para o Ensino Superior.


Software livres é uma grande ideia de pessoas que pensam que podem fazer diferente. Porque temos que ficar vinculados e presos a alguns grupos que mantem determinadas informações? Mas este programa livre é um trabalho de cooperação pois tem alguem por trás que o faz funcionar de maneira melhor possível. Esta equipe precisa analisar e perceber da necessidade ou não de modificar o sistema. E a comunidade de programadores que executam as mudanças no Linux, com certeza precisam ter um grande conhecimento .

O mundo livre e a liberdade da escola

Comentários sobre o texto: “ O mundo livre e a liberdade da escola” Texto adaptado pela equipe do NTE, com base no original “O mundo livre e a liberdade da escola ”, escrito em 2004 por Alberto Tornaghi,, professor do Colégio Santo Inácio-RJ e consultor na área de formação docente para o Ensino Superior.

De acordo com o texto, percebe-se a importância do uso de softwares livres nas escolas, uma vez que procuramos educar pessoas de bem, com princípios e dentre eles, principalmente, a ética. Os sofwares livres permitem que não sejamos seres “presos” a uma determinada marca, ou de certa forma “presas” de uma determinada marca. Essa mudança no mercado da tecnologia e informação tem que ganhar mais espaço e confiança dos usuários e, principalmente, profissionais da educação, que trabalham diretamente na construção da autonimia do ser humano. Cursos de aperfeiçoamento e apresentação dessas novidades são fundamentais para que os profissionais de educação tenham a segurança necessária para desenvolver trabalhos e projetos com alunos. É importante lembrar que o “novo” sempre gera conflitos e temos certa resistência a “ele”, porém quando estamos dispostos a conhecer, a explorar esse “novo”, os caminhos ficam mais fáceis. Devemos possibilitar que os alunos conheçam vários softwares, seus históricos na tecnologia e mercado nacional e mundial, e façam suas próprias escolhas.

Nova cultura de aprendizagem

O texto de Juan Ignacio Pozo nos faz refletir sobre o crescente fracasso escolar e a aumento do tempo dedicado a aprender e que, na sociedade atual existe um paradoxo: cada vez se aprende mais e cada vez se erra mais na tentativa de aprender. A sociedade passa ser a sociedade do conhecimento, que exige uma nova cultura da aprendizagem, de conceber e gerir o conhecimento, pois as tecnologias da informação estão criando novas formas de distribuir socialmente o conhecimento. Porém para desvendar esse conhecimento são exigidas maiores capacidades, competências dos leitores, é necessário que saibam construir seu próprio olhar, fazer uma leitura crítica da informação desorganizada e difusa. Essa é a era das incertezas intelectuais e pessoais, onde aprendemos a conviver com a diversidade de perspectivas, com a relatividade das teorias, com a existência de múltiplas interpretações de toda informação, para construir a partir delas, o próprio juízo ou o ponto de vista. Com ritmo da mudança tecnológica e científica ninguém consegue prever os conhecimentos específicos que precisaremos daqui a 10 ou 15 anos, portanto existe uma necessidade de se formar alunos, cidadãos, que sejam aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos, que usem estratégias de aprendizagem adequadas e capazes de enfrentar novas e imprevisíveis demandas de aprendizagem. A escola deverá formar cidadãos para uma sociedade aberta e democrática, que terão acesso e darão sentindo à informação, que converterão essa informação em conhecimento verdadeiro, em saber ordenado. A meta da educação é a gestão do conhecimento e para isso, além de competências interpessoais, afetivas e sociais, serão necessárias competências para aquisição, interpretação, análise, compreensão e comunicação da informação. É uma mudança de mentalidade, que exige um novo perfil de aluno e professor, mudanças na forma de aprender e de ensinar, deixando concepções arraigadas. Vale frisar que, a pessoa que não tem acesso às múltiplas formas culturais de representação simbólica, socialmente construídas (numéricas, artísticas, científicas, gráficas,...) está socialmente, economicamente e culturalmente empobrecido. Nosso desafio: apropriar-se de novas formas de aprender e relacionar-se com o conhecimento.
Destacamos que essa é uma síntese do texto lido.

Avaliação do dia 22 de setembro

Esse dia foi indescritível!!!! Reorganizamos as datas das nossas formações e após iniciamos os trabalhos sobre áudio. Ouvimos a rádio-escola Maria Conceição Nunes e a partir dele alencamos pontos positivos e negativos, que serviram de base para a produção do nosso programa de rádio. Conhecemos o programa para áudio Audacity, porém devido a problemas técnicos (rimos muito, porque passamos por sete computadores até conseguirmos um que funcionasse direito) a nossa gravação ficou prejudicada, mas conseguimos ter as noções básicas para o funcionamento. Escutamos os áudios produzidos pelos colegas e percebemos que é possível trabalhar das mais variadas formas com os alunos (ouvir contação de histórias, produzir campanhas, projeto de rádio e muito mais...)